cara, é bizarro o quão bom o Eduardo Coutinho consegue transmitir a ideia que ele quer passar ao longo do filme. ele sempre foca a câmera no rosto das mulheres de trás para o cenário inteiro vazio para mostrar uma coisa: histórias irreais, e isso é cinema.
tudo o que acontece, o que é dito, interpretado e reimaginado à cada hora em que essa história é recontada por outra pessoa é de se emocionar e te faz se sentir parte daquilo, mas no fim, tudo isso é uma mentira: as histórias, o anúncio, a reinterpretação. na conclusão do filme, é mostrado apenas duas cadeiras de frente à uma plateia vazia, para reforçar a ideia de justamente tudo o que assistimos durante esse tempo era para nos fazer refletir as ideias desse aglomerado de relatos e de ajudar na sustentação de que não são reais, e é ai que tá a magia da obra.
o mais mágico pra mim foram as atuações das mulheres, não tenho certeza se eram todas atrizes profissionais mas afirmo com toda convicção de que entregaram um ótimo papel, é elas que ajudam na ideia de que "estamos vendo relatos reais mas interpretados por outras pessoas", além de quererem te entregar uma história que te toca e te faz refletir como que cada narrativa dentro da nossa própria história importa e enriquece a nós mesmos. fazem isso tão bem que às vezes acabo me confundindo se realmente era para ser falso ou não.
filmasso, com certeza verei de novo para pegar mais as indiretas que o Coutinho coloca ao longo do filme e levar para um lado mais cinematográfico da coisa, porque essa obra tem estética e qualidade surreais.
cara, é bizarro o quão bom o Eduardo Coutinho consegue transmitir a ideia que ele quer passar ao longo do filme. ele sempre foca a câmera no rosto das mulheres de trás para o cenário inteiro vazio para mostrar uma coisa: histórias irreais, e isso é cinema.
tudo o que acontece, o que é dito, interpretado e reimaginado à cada hora em que essa história é recontada por outra pessoa é de se emocionar e te faz se sentir parte daquilo, mas no fim, tudo isso é uma mentira: as histórias, o anúncio, a reinterpretação. na conclusão do filme, é mostrado apenas duas cadeiras de frente à uma plateia vazia, para reforçar a ideia de justamente tudo o que assistimos durante esse tempo era para nos fazer refletir as ideias desse aglomerado de relatos e de ajudar na sustentação de que não são reais, e é ai que tá a magia da obra.
o mais mágico pra mim foram as atuações das mulheres, não tenho certeza se eram todas atrizes profissionais mas afirmo com toda convicção de que entregaram um ótimo papel, é elas que ajudam na ideia de que "estamos vendo relatos reais mas interpretados por outras pessoas", além de quererem te entregar uma história que te toca e te faz refletir como que cada narrativa dentro da nossa própria história importa e enriquece a nós mesmos. fazem isso tão bem que às vezes acabo me confundindo se realmente era para ser falso ou não.
filmasso, com certeza verei de novo para pegar mais as indiretas que o Coutinho coloca ao longo do filme e levar para um lado mais cinematográfico da coisa, porque essa obra tem estética e qualidade surreais.