“Scrapper” foi um filme marcante em muitos sentidos.
O filme entrega, inevitavelmente, uma fotografia muito boa, conseguindo “transmitir” as emoções da Georgie e do Jason de uma maneira muito clara e sentimental. Eu adorei como é explícita, no início, a forma que a Georgie lida com o luto e a maneira de ela ainda manter a mãe “viva”, de certa forma, na casa — pela organização.
A chegada do Jason deixa clara a desconfiança e a “independência” da Georgie, como ela não precisa de um adulto ou de alguém para substituir a mãe. Foi muito bom ver o amadurecimento em ambas as partes da relação de pai e filha, ainda mais quando a Georgie se deixa ser “vulnerável” na frente do Jason nas últimas cenas, aceitando-o totalmente como pai. Ver o Jason aprender e compreender como ele teria que reconstruir e construir um laço com a própria filha — a qual, há pouco tempo, era uma total “estranha” para ele — foi muito bonito e doloroso.
O filme em si é algo muito bem construído e completo, abordando de forma clara, melancólica e até humorística as dificuldades e aceitações das relações familiares e as ligações com o luto de entes queridos. Eu amei cada pequeno detalhe do filme, muito bom e fofo!!
“Scrapper” foi um filme marcante em muitos sentidos.
O filme entrega, inevitavelmente, uma fotografia muito boa, conseguindo “transmitir” as emoções da Georgie e do Jason de uma maneira muito clara e sentimental. Eu adorei como é explícita, no início, a forma que a Georgie lida com o luto e a maneira de ela ainda manter a mãe “viva”, de certa forma, na casa — pela organização.
A chegada do Jason deixa clara a desconfiança e a “independência” da Georgie, como ela não precisa de um adulto ou de alguém para substituir a mãe. Foi muito bom ver o amadurecimento em ambas as partes da relação de pai e filha, ainda mais quando a Georgie se deixa ser “vulnerável” na frente do Jason nas últimas cenas, aceitando-o totalmente como pai. Ver o Jason aprender e compreender como ele teria que reconstruir e construir um laço com a própria filha — a qual, há pouco tempo, era uma total “estranha” para ele — foi muito bonito e doloroso.
O filme em si é algo muito bem construído e completo, abordando de forma clara, melancólica e até humorística as dificuldades e aceitações das relações familiares e as ligações com o luto de entes queridos. Eu amei cada pequeno detalhe do filme, muito bom e fofo!!