No auge da adolescência, Bruno (Bruno Jefferson), um garoto como muitos outros que vive em uma pequena cidade no interior da Bahia, é obrigado a enxergar a vida de uma forma diferente, já que, por conta de uma doença degenerativa, sabe que ficará cego. Dito assim, a analogia feita pelo diretor Haroldo Borges (que assina o roteiro com Paula Gomes e Fernanda De Capua) pode parecer óbvia. A de que só nos demos conta dos problemas dos outros quando eles nos atingem. Mas Saudade fez Morada aqui Dentro equilibra essa visão supostamente embaçada da vida com um afeto arrebatador. Seu filme é simples em todos os aspectos, dos técnicos aos temáticos, mas o todo traz grande complexidade porque trata o ser humano com um carinho que se sente de olhos fechados.
No auge da adolescência, Bruno (Bruno Jefferson), um garoto como muitos outros que vive em uma pequena cidade no interior da Bahia, é obrigado a enxergar a vida de uma forma diferente, já que, por conta de uma doença degenerativa, sabe que ficará cego. Dito assim, a analogia feita pelo diretor Haroldo Borges (que assina o roteiro com Paula Gomes e Fernanda De Capua) pode parecer óbvia. A de que só nos demos conta dos problemas dos outros quando eles nos atingem. Mas Saudade fez Morada aqui Dentro equilibra essa visão supostamente embaçada da vida com um afeto arrebatador. Seu filme é simples em todos os aspectos, dos técnicos aos temáticos, mas o todo traz grande complexidade porque trata o ser humano com um carinho que se sente de olhos fechados.