A cada aspecto abordado, Thriller 40 nos relembra o porquê Michael Jackson entrou para a história como o maior entertainer de todos os tempos.
De celebridades impactadas pelo segundo grande álbum solo de MJ passando por críticos musicais e indo até profissionais envolvidos diretamente no álbum e/ou videoclipes e performances, o documentário dirigido pelo jornalista Nelson George compreende desde os anos de Jackson 5 até 1984, o clímax da Michaelmania.
Retoma a visão popular acerca de uma identidade constantemente lapidada entre a transição das décadas de 1970 e 1980. Nessa fresta, Michael Jackson deixa de ser o ingênuo menino de Indiana para um dos mais maduros artistas de R&B, que ensaiava a transcendência de gênero musical; ele consuma esse desejo frustrado na recepção de Off The Wall (1979) no seu álbum subsequente, lançado em 1982, Thriller.
Além de denotar o desejo de Michael em deixar o recorte de limitação de gênero de lado, o documentário aborda as adversas táticas midiáticas que engrandeceram seu segundo disco produzido por Quincy Jones; desde a vindoura parceria com um dos maiores compositores contemporâneos ao astro, Paul McCartney, até o rompimento de barreiras raciais com a exibição de Billie Jean na MTV.
Se você procura uma narrativa factualmente fidedigna aos feitos de Jackson na primeira metade dos anos 80, Thriller 40 é uma excelente pedida.
A cada aspecto abordado, Thriller 40 nos relembra o porquê Michael Jackson entrou para a história como o maior entertainer de todos os tempos.
De celebridades impactadas pelo segundo grande álbum solo de MJ passando por críticos musicais e indo até profissionais envolvidos diretamente no álbum e/ou videoclipes e performances, o documentário dirigido pelo jornalista Nelson George compreende desde os anos de Jackson 5 até 1984, o clímax da Michaelmania.
Retoma a visão popular acerca de uma identidade constantemente lapidada entre a transição das décadas de 1970 e 1980. Nessa fresta, Michael Jackson deixa de ser o ingênuo menino de Indiana para um dos mais maduros artistas de R&B, que ensaiava a transcendência de gênero musical; ele consuma esse desejo frustrado na recepção de Off The Wall (1979) no seu álbum subsequente, lançado em 1982, Thriller.
Além de denotar o desejo de Michael em deixar o recorte de limitação de gênero de lado, o documentário aborda as adversas táticas midiáticas que engrandeceram seu segundo disco produzido por Quincy Jones; desde a vindoura parceria com um dos maiores compositores contemporâneos ao astro, Paul McCartney, até o rompimento de barreiras raciais com a exibição de Billie Jean na MTV.
Se você procura uma narrativa factualmente fidedigna aos feitos de Jackson na primeira metade dos anos 80, Thriller 40 é uma excelente pedida.