Ver as curtas de forma independente pode funcionar, mas vê-las de forma seguida é, perdoe-me a expressão, uma valente seca.
A melhor é logo a primeira, de Kaurismäki. As duas seguintes matam completamente o “flow” e alongam-se por demasiado tempo (a de Erice, então…).
Tenho muitas reservas quanto à de Pedro Costa, especialmente o facto de não ter sido filmado nem ter nada a ver com Guimarães, que era o propósito deste filme…
Ver as curtas de forma independente pode funcionar, mas vê-las de forma seguida é, perdoe-me a expressão, uma valente seca.
A melhor é logo a primeira, de Kaurismäki. As duas seguintes matam completamente o “flow” e alongam-se por demasiado tempo (a de Erice, então…).
Tenho muitas reservas quanto à de Pedro Costa, especialmente o facto de não ter sido filmado nem ter nada a ver com Guimarães, que era o propósito deste filme…