o godard parte da ideia da “comunicação” para a desmontar. dois filmes, dois pares, duas formas de dizer e de falhar.
de um lado, um mundo utópico onde a palavra é o fundamento da criação e estrutura do universo. do outro, o realista, onde as palavras não chegam para captar o sentir, e só amplificam a impotência (ironicamente, os telefones também)
nesta dualidade o godard volta a revelar a sua crença: comunicar, amar e criar partilham as mesmas raízes. a criação seja ela divina, romântica ou artística vai sempre surgir da tensão do que se pensa e do que se exprime. vai sempre ter, inevitavelmente, um desfasamento, e é nele que tudo se inventa. a criação torna-se uma frustração, e no meio desta impossibilidade toda, o cinema.
BRAVO (* ゚∀゚)ノシ
o godard parte da ideia da “comunicação” para a desmontar. dois filmes, dois pares, duas formas de dizer e de falhar.
de um lado, um mundo utópico onde a palavra é o fundamento da criação e estrutura do universo. do outro, o realista, onde as palavras não chegam para captar o sentir, e só amplificam a impotência (ironicamente, os telefones também)
nesta dualidade o godard volta a revelar a sua crença: comunicar, amar e criar partilham as mesmas raízes. a criação seja ela divina, romântica ou artística vai sempre surgir da tensão do que se pensa e do que se exprime. vai sempre ter, inevitavelmente, um desfasamento, e é nele que tudo se inventa. a criação torna-se uma frustração, e no meio desta impossibilidade toda, o cinema.
BRAVO (* ゚∀゚)ノシ