é interessante comparar esta pérola com Jango Bravo, e notar os maneirismos que o João Amorim continuou mantendo no seu próximo filme, como seu vício em filmar gente morta por 5 segundos, ou em filmar planos fechados, o que não ironicamente ele faz melhor que uns ai de Hollywood visto que ele sabe manter a câmera parada.
as atuações são o ápice, os atores fazem gestos que nem fazem sentido, o sotaque gaúcho estralando é lindo, especialmente o da Simone, protagonista da icônica cena do "AI!', em apenas 3 minutos de tempo de tela ela é a personagem mais marcante do filme por suas cenas icônicas.
uma coisa sensacional aqui é os diálogos EXTREMAMENTE caricatos, uma tentativa de drama engraçada pra caralho, e com essas belas atuações fica incrível de ver esses diálogos 100% genuínos, João Amorim é o melhor roteirista da história.
o nível de produção é o que de se esperar do João Amorim, infelizmente esse filme focou menos em coisas difíceis igual em Jango Bravo (como cobras e intervenção divina), então não dá pra rir dos efeitos ou da falta de verossimilhança (com exceção dos diálogos e da Simone continuar viva por 3 segundos depois de um tiro no cérebro), mas os outros elementos do filme fazem ele continuar sendo uma comédia incrível.
pior que a história é interessante, um homem bom tem sua esposa morta e decide contra sua própria vontade buscar por vingança, e quando alcança-a, chega em paz, e no meio disso tem um plot twist que se fosse bem feito até dava, mas como estamos falando de João Amorim, é de se esperar que o desenrolar dessa história é algo sublime.
no fim, esse filme deve dar uma inveja naquele diretor meia boca chamado Clint Eastwood, que nunca terá uma obra-prima dessa em seu currículo assim como o grande João Amorim tem!
2/10 (que pode ser 10/10 tbm)
é interessante comparar esta pérola com Jango Bravo, e notar os maneirismos que o João Amorim continuou mantendo no seu próximo filme, como seu vício em filmar gente morta por 5 segundos, ou em filmar planos fechados, o que não ironicamente ele faz melhor que uns ai de Hollywood visto que ele sabe manter a câmera parada.
as atuações são o ápice, os atores fazem gestos que nem fazem sentido, o sotaque gaúcho estralando é lindo, especialmente o da Simone, protagonista da icônica cena do "AI!', em apenas 3 minutos de tempo de tela ela é a personagem mais marcante do filme por suas cenas icônicas.
uma coisa sensacional aqui é os diálogos EXTREMAMENTE caricatos, uma tentativa de drama engraçada pra caralho, e com essas belas atuações fica incrível de ver esses diálogos 100% genuínos, João Amorim é o melhor roteirista da história.
o nível de produção é o que de se esperar do João Amorim, infelizmente esse filme focou menos em coisas difíceis igual em Jango Bravo (como cobras e intervenção divina), então não dá pra rir dos efeitos ou da falta de verossimilhança (com exceção dos diálogos e da Simone continuar viva por 3 segundos depois de um tiro no cérebro), mas os outros elementos do filme fazem ele continuar sendo uma comédia incrível.
pior que a história é interessante, um homem bom tem sua esposa morta e decide contra sua própria vontade buscar por vingança, e quando alcança-a, chega em paz, e no meio disso tem um plot twist que se fosse bem feito até dava, mas como estamos falando de João Amorim, é de se esperar que o desenrolar dessa história é algo sublime.
no fim, esse filme deve dar uma inveja naquele diretor meia boca chamado Clint Eastwood, que nunca terá uma obra-prima dessa em seu currículo assim como o grande João Amorim tem!
2/10 (que pode ser 10/10 tbm)