“Tudo que a gente tem é esse braço forte e a nossa vontade de acordar cedo.”
Texto visceral, experiência muito boa. Tem uma pitada considerável de alegoria política (e aí mora a zona cinza de quem não gostar só jogar no “o filme tem boa intenção, mas é pobre em técnica e execução”) e no fim é sobre os efeitos da desigualdade no cotidiano da classe trabalhadora, mas discordo que seja o ônus que ancora uma experiência negativa ou de alguma forma pretensiosa. Dialoga não só sobre anseios ensaiados de um trabalhador precarizado, mas também sobre o esperançar e o desejo de viver, de sentir e de ser.
Dando o crédito negativo, houve sim momentos onde me entediei, mas de forma alguma achei a fotografia ou escolha de trilha sonora monótona, apenas a montagem de algumas cenas e o pacing não foi o que mais me apeteceu. No geral, um bom filme nacional que vale e merece ser conferido.
“Tudo que a gente tem é esse braço forte e a nossa vontade de acordar cedo.”
Texto visceral, experiência muito boa. Tem uma pitada considerável de alegoria política (e aí mora a zona cinza de quem não gostar só jogar no “o filme tem boa intenção, mas é pobre em técnica e execução”) e no fim é sobre os efeitos da desigualdade no cotidiano da classe trabalhadora, mas discordo que seja o ônus que ancora uma experiência negativa ou de alguma forma pretensiosa. Dialoga não só sobre anseios ensaiados de um trabalhador precarizado, mas também sobre o esperançar e o desejo de viver, de sentir e de ser.
Dando o crédito negativo, houve sim momentos onde me entediei, mas de forma alguma achei a fotografia ou escolha de trilha sonora monótona, apenas a montagem de algumas cenas e o pacing não foi o que mais me apeteceu. No geral, um bom filme nacional que vale e merece ser conferido.