Última vez que eu vi algum filme dos Cantrills faz mais de um ano. Hoje, revisitando essa obra prima lembro o pq deles serem os meus diretores favoritos, eu LITERALMENTE quase chorei nas primeiras imagens desse filme. Obviamente, há uma preocupação impressionista em todo o longa, mas a “etnografia orgânica” que Arthur e Corinne Cantrill fazem vai muito mais além do que uma mera imagem documental. Há um enorme sentimento e pertencimento com aquele local, e todo um estudo do microcosmos que rodeia e permeia Uluru. É um cinema sobre Cores, Paisagens e Texturas, mas também um cinema do infinitesimal e do infinito.
Última vez que eu vi algum filme dos Cantrills faz mais de um ano. Hoje, revisitando essa obra prima lembro o pq deles serem os meus diretores favoritos, eu LITERALMENTE quase chorei nas primeiras imagens desse filme. Obviamente, há uma preocupação impressionista em todo o longa, mas a “etnografia orgânica” que Arthur e Corinne Cantrill fazem vai muito mais além do que uma mera imagem documental. Há um enorme sentimento e pertencimento com aquele local, e todo um estudo do microcosmos que rodeia e permeia Uluru. É um cinema sobre Cores, Paisagens e Texturas, mas também um cinema do infinitesimal e do infinito.