eu precisei de um tempo pra digerir tudo que eu vi nesse filme. que experiência!! a vera holtz está simplesmente impecável, encarnou uma espécie de baby jane – tresloucada e suuuuper camp, diga-se de passagem –, com maestria. num geral, gosto da temática das relações familiares no filme, que são bem construídas mas acho que se tivessem apostado mesmo no terror psicológico, o filme poderia ter sido mais instigante e memorável. porém, dou meus parabéns pela forma como todas as situações e sentimentos são colocadas ao limite em todo momento, dando aquela sensação de que a qualquer segundo tudo pode explodir; essa criação de atmosfera é perfeita. isso, combinado à boa direção, produção de arte e trilha sonora impecáveis, além das atrizes principais (com o plus do antonio pitanga), que, sinceramente, mostram o quanto precisamos mais dos veteranos nas telas. um filmaço mostrando que o cinema brasileiro não é tudo a mesma coisa, uma obra de arte.
eu precisei de um tempo pra digerir tudo que eu vi nesse filme. que experiência!! a vera holtz está simplesmente impecável, encarnou uma espécie de baby jane – tresloucada e suuuuper camp, diga-se de passagem –, com maestria. num geral, gosto da temática das relações familiares no filme, que são bem construídas mas acho que se tivessem apostado mesmo no terror psicológico, o filme poderia ter sido mais instigante e memorável. porém, dou meus parabéns pela forma como todas as situações e sentimentos são colocadas ao limite em todo momento, dando aquela sensação de que a qualquer segundo tudo pode explodir; essa criação de atmosfera é perfeita. isso, combinado à boa direção, produção de arte e trilha sonora impecáveis, além das atrizes principais (com o plus do antonio pitanga), que, sinceramente, mostram o quanto precisamos mais dos veteranos nas telas. um filmaço mostrando que o cinema brasileiro não é tudo a mesma coisa, uma obra de arte.