Se Coppola tivesse ouvido essa história nos anos 70, O Poderoso Chefão talvez se passasse no Rio de Janeiro. A máfia italiana não chega nem perto do que foi a máfia do jogo do bicho. Vale o Escrito revela um submundo onde luxo, crime e lealdade se misturam com o brilho do carnaval. É o retrato de um Rio boêmio e perigoso, onde musas desfilam como rainhas no maior espetáculo da Terra e ninguém ousa levantar um dedo contra certas famílias.
O que mais assusta é perceber como o poder, aqui, tem o mesmo ritmo do samba: bonito de ver, mas friamente calculado. Ensaiado. Uma coreografia de gestos e instinto. Essa é uma história que nunca será contada inteira.
Se Coppola tivesse ouvido essa história nos anos 70, O Poderoso Chefão talvez se passasse no Rio de Janeiro. A máfia italiana não chega nem perto do que foi a máfia do jogo do bicho. Vale o Escrito revela um submundo onde luxo, crime e lealdade se misturam com o brilho do carnaval. É o retrato de um Rio boêmio e perigoso, onde musas desfilam como rainhas no maior espetáculo da Terra e ninguém ousa levantar um dedo contra certas famílias.
O que mais assusta é perceber como o poder, aqui, tem o mesmo ritmo do samba: bonito de ver, mas friamente calculado. Ensaiado. Uma coreografia de gestos e instinto. Essa é uma história que nunca será contada inteira.